- Drenagem Linfática -

A historia da drenagem linfática

Conforme esta mencionado no livro de Massoterapia do instituição Senac.

Os estudos anatômicos e fisiológicos referentes ao sistema linfáticos são bem antigos.

Herófilo (335-280 a.c) medico grego considerado o primeiro anatomista fundador da escola de medicina da Macedonia, foi quem fez a primeira menção sobre os vasos linfáticos.

Hipócrates o pai da medicina (460-337 a.c) chamou esse liquido de sangue branco.

No Brasil o conhecimento técnico se deu através de Emil Vodder em Belo Horizonte onde ministravam cursos dessa técnica.

 
Indicações :​
  • Linfedemas;

  • Edemas facial e corporal;

  • Insuficiência venosa e linfática;

  • Hematomas;

  • Equimoses;

  • Pré e pós cirúrgicos;

  • Fibromialgia;

  • Pos-traumatismos;

  • Promove aumento de defesa imunológica;

  • Estimula a desintoxicação orgânica e tecidual;

Como funciona?

 

Com manobras lentas precisas até mesmo as vezes consideradas monótonas a drenagem linfática manual tem ritmo próprio pressões suaves, sem vaso dilatação, por não comprimir músculos. As manobras são direcionadas sempre no sentido centrípetos e executadas de proximal para distal o que significa que primeiro se estimula as áreas próximas aos gânglios linfáticos depois as mais distantes. Sua função e a de promover a circulação da linfa que circulada para manter o equilíbrio dos líquidos nos espaços intersticiais.

As principais manobras da drenagem linfática manual são: captação absorção, evacuação, círculos fixos e braceletes e deslizamentos superficiais.

Par a aplicação da técnica de drenagem linfática independentemente de seguir as linhas de Emil Vodder devemos ter muito claro que sendo o sistema linfático,  auxiliar do sistema venoso de retorno e sua localização anatômica mais superficial, não podemos executar pressões fortes, ou seja, uma drenagem linfática manual não pode deixar hematomas e nem deve ser dolorosa, sua eficiência não se da pro meio da força e de velocidade, pois contraria sua fisiologia.

A linfa circula e trasporta no seu fluxo todo tipo de moléculas e, sobretudo, as toxinas que ela vai drenar acima, em direção a lugares chamados gânglios. Sua função de filtragem, de depuração da linfa, mas também de defesa do organismo, mostra-se preponderante.

Os gânglios são em números no corpo e fazem parte dos órgãos linfoides, igual ao timo, as amidalas, ao baço, ao apêndice e as placas de Peyer.

Recolocar em movimentos os líquidos, intersticial é permitir uma maior reabsorção dos excessos de líquidos e das macromoléculas por intermédio do sistema linfático.

Favorecendo a abertura dos capilares, aumentar a regeneração celular, liberação de líquidos parados, liberação de celulite quando existente devido esse liquido estiver inerte.

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(*)Os resultados dos tratamentos estéticos podem variar de pessoa para pessoa, dependendo de varios fatores, tais como assiduidade, idade, alimentação, genética, dentre muitos outros.

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